sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Carta de uma mãe portuguesa

Querido filho,
Te escrevo para que saibas que estou viva. Escrevo devagar porque não sei se tu sabes ler rápido. Bom, não vais mais reconhecer a casa quando vieres, porque a gente se mudou.Finalmente enterramos teu avô.
Encontramos o cadáver na mudança, estava no armário desde aquele dia em que ganhou da gente brincando de esconde-esconde.
Hoje tua irmã Julia teve um filho, mas como ainda não sei se e menino ou menina, não posso dizer se você e tio ou tia.
Estou preocupada com o cachorro Boby, que insiste em perseguir os carros parados e esta ficando cada vez mais chato. Que achas?
Teu irmão José fechou o carro com a trava e deixou as chaves dentro; teve que ir lá em casa para pegar a chave duplicada e poder tirar todos nos de dentro do carro.Esta carta te mando por Manolo, que vai amanha para ai.
A propósito, será que podes pega-lo no aeroporto? Bom, meu filho, não escrevo o meu endereço porque não o sei. É que a ultima família portuguesa que morava aqui levou os números para não terem que mudar de endereço.
Se encontrares a D. Maria, da um alo de minha parte; caso não a encontres, não precisas dizer nada.

Tua mãe que te ama:
EU P.S.: Ia te mandar cem escudos, mas já fechei o envelope.


Resposta do filho pródigo

Querida mamãe,
As coisas não vão indo bem, aqui no Brasil.
A minha esposa Maria, que alias também e tua nora, ficou adoentada e a levei ao ginecologista. Imediatamente, ele nos perguntou se tínhamos orgasmo.
Fomos embora na hora, pois só tínhamos Golden Cross.
Se não bastasse isto, teu filho e um fracassado nos negócios.
Primeiramente, comprei um taxi, mas não conseguimos nenhum passageiro. Ainda bem que a Maria estava sempre no banco de trás me consolando.
O apoio dela foi fundamental.Então, fui trabalhar numa loja de carros e fui despedido logo no primeiro dia. Imagine só: para cada Uno vendido, eu dava um Prêmio de presente... e ainda estou sendo processado por furto! Novamente tentei ser empresário.
Abri um parque de diversões e, atendendo ao apelo dos clientes sadomasoquistas, construi um cinema 180 graus...Infelizmente, eles não resistiram e morreram carbonizados.
Fecharam o parque e atualmente respondo a um processo por homicídio doloso.
Arrasado, tentei outro emprego, desta vez em uma loja de tecidos na 25 de Marco.
As coisas não estavam indo bem e o Sr. Assad me pediu que fizesse uma "queima de estoque". Não entendi, mas ordens são ordens.
Queimou o quarteirão inteiro, fui despedido e falaram que a culpa era toda minha, razão pela qual estou respondendo a um processo por tentativa de homicídio e outro por destruição de patrimônio.
Nem ao menos posso me divertir andando de skate. Aqui no Brasil só tem subida, ora pois!
Na verdade, o povo daqui e muito estranho. Entrei um dia desses em um elevador de um prédio e o motorista me perguntou em que andar eu iria.........Ai resmunguei "qualquer um", pois já tinha errado de prédio, mesmo... E, se não bastasse tudo isso, acabei com o pouco dinheiro ao comprar uma caixa de naftalinas para matar as baratas que andam pela minha casa.
O problema e que minha pontaria e uma droga e não consegui acertar nenhuma.
Ai eu comecei a jogar e fui conferir o jogo na Supersena; me ocorreu que tinha empatado.
Joguei o bilhete fora, ora pois. Será que algum dia eu vou ganhar?
Te escrevo agora da prisão, pois levava Maria para passear e meu furgão foi abordado por um policial que me pediu o documento da besta.
Imediatamente, dei meu passaporte. Não é que o guarda me ofendeu?
E pediu então o documento da perua, ao que dei o passaporte da Maria. Não é que o tal guarda ficou nervoso e me ordenou que saísse do carro e colocasse as mãos na cabeça... mamãe, juro que não tive culpa se a peruca dele caiu.
O homem ficou uma fera!

Um beijo do seu eterno Joaquim Manoel

Meu blog é Ouro!

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pequeno Vocabulário da Culinária

A
ABRIR A MASSA — Estender com o rolo, ou sujeitar com as mãos e dedos
(numa assadeira ou pirex), qualquer massa preparada para frituras ou assados no forno.
AFERVENTAR — Ferver rápida e ligeiramente o alimento (sem cozinhar).
ALOURAR — Dourar.
AMASSAR — Misturar fortemente a massa com as mãos, até ficar úmida,
uniforme e solta.
AROMATIZAR — Dar sabor e perfumar os alimentos com essências.
ASSAR — Cozer ao forno ou em panelas, com bastante gordura (no caso de
carnes) ou até secar e corar (no caso de massas).
B
BANHO-MARIA
— Maneira de cozinhar ou dissolver alimentos que estão
dentro de um recipiente (panelas ou fôrmas), o qual deverá, por sua vez, ser colocado
dentro de outra vasilha maior, onde deverá haver água fervendo, permanecendo assim
durante todo o cozimento; será necessário, portanto, algum cuidado para que a água
fervendo não penetre no recipiente em que está o alimento. Essa água deverá chegar ao
nível da metade do recipiente de dentro. O banho-maria poderá ser preparado para assar
no forno ou cozinhar na chama do fogão.
F
FARINHA DE PÃO
ou FARINHA DE ROSCA — Pão torrado, moído e
reduzido a pó.
FLAMBAR — Embeber o alimento com uma bebida alcoólica e atear-lhe
fogo. Podem-se flambar tanto doces como salgados.
FONDANT — Palavra francesa. Designa preparado de açúcar cozido e
essências, que se amassa ou se bate com uma espátula, até tomar a consistência de creme.
Usado para coberturas de doces e bombons.
G
GALANTINA
— Gelatina salgada em que se misturam carnes de galinha,
peixes ou legumes, podendo também cobrir apenas as carnes. É um prato frio que serve
geralmente de entrada.
GLACE — Palavra francesa. É um preparado à base de açúcar, empregado
para coberturas de bolos, doces, tortas etc.
GRATIN — Palavra francesa. Cobertura de creme polvilhado com queijo
ralado, ou simplesmente queijo e farinha de rosca.
GRATINAR — Levar o alimento ao forno, com o preparado acima explicado,
até adquirir uma cor dourada. Tais pratos são designados au gratin.
GUARNIÇAO — São alimentos que servem para decoração e
acompanhamento de um prato (tal como a farofa é guarnição de um churrasco, por
exemplo).
H
HORS-D'OEUVRE
— Expressão francesa. Alimentos frios variados, que se
servem como aperitivos ou como entrada para um almoço ou jantar.
I
INFUSÃO
— Deixar uma substância sólida em conservação num recipiente
contendo água fria ou quente, até extrair-lhe o sabor ou aroma (tal como chá ou café).
J
JARDINEIRA
— Variedade de vegetais, apresentados e arrumados em um só
prato; poderá também servir de guarnição para carnes.
L
LARDEAR
— Fazer incisões na carne; muito usado para assados.
LIGAR — Dar consistência a um molho, deixando-o cremoso. Podem-se usar
claras ou gemas, manteiga ou farinha.
M
MACEDONIA
— Mistura de vegetais ou de frutas variadas cortadas da
mesma forma. Pode ser enfermada ou gelatinada, se assim se preferir.
MACERAÇÃO — É uma infusão deixada por vários dias ou meses, em que o
líquido deverá absorver o aroma e o sabor, através dos princípios solúveis da substância
nele introduzida.
MEIA-COZEDURA — Metade do tempo no processo de cozimento de um
preparado.
MILANESA ou ENCAPADO — Carnes ou legumes passados em farinha de
rosca, ovos batidos e novamente em farinha de rosca, antes de fritar.
P
PELAR
—Tirar as peles (de amendoim, castanhas, amêndoas, avelãs etc), o que
é feito mergulhando esses alimentos por alguns instantes em água bem quente ou (no caso
do amendoim), aquecendo bem ou torrando em forno quente.
POLVILHAR—Espalhar levemente, com as pontas dos dedos, farinha,
açúcar, canela etc. sobre alimentos, mesas, tábuas, fôrmas, tabuleiros etc.
PURURUCAR — Pipocar. Deixar o couro (de porco, leitão etc.) empipocar,
depois de assado.
R
REDUZIR
— Levar ao fogo um molho ou caldo, deixando ferver até que o
líquido diminua pela evaporação. Isto se faz para melhor apurar o seu sabor.
REFOGAR—Levar ao fogo um pouco de gordura, à qual se juntam, depois de
quente, cebola, alho, deixando fritar um pouco; em seguida colocam-se tomates e outros
temperos, continuando a fritar até secar a água que soltou dos temperos. Coloca-se então o
alimento, que deverá também fritar mais um pouco. O refogado poderá levar tomates, ou
não, dependendo do prato que se vai preparar.
S
SALMOURA
— Água com sal. É muito empregada para a conservação de
alguns alimentos.
SAPECAR — Chamuscar. Fazer desaparecer a penugem de uma ave (após
depenada), girando-a sobre as chamas do fogo.
SAUTE — Palavra francesa. Alimento passado em manteiga ou óleo (pouco)
quente; não é frito.
SOVAR — Após preparada a massa, pegá-la com as mãos e batê-la fortemente
contra uma mesa, tábua ou tampo de mármore, até a massa abrir bolhas.
V
VINHA-D'ALHOS
— Tempero, tendo como base vinho, vinagre, ou limão,
ao qual se acrescentam alhos, cebolas, pimenta e outros temperos e especiarias. Nele
introduzem-se carnes, que aí deverão ficar por várias horas, para tomar gosto.
X
XAROPE
— Calda grossa, licorosa, preparada com um líquido (água, sucos
etc), açúcar e substâncias aromáticas.

Fonte: Livro - Sebastiana Quebra-Galho Da Mulher Independente
Autor:
Nenzinha Machado Salles
Editora: Record

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Pequenas ações contra qualquer crise


O principal tema que marcará o mundo neste ano com certeza será a crise financeira que derrubou as bolsas de todo o mundo, que tem reflexo até mesmo em aumento de preços para a população, nessa hora é importante ter em mente que poupar também acontece nas pequenas ações, garantido a segurança financeira.
Um exemplo para driblar o aumento nos preços é pesquisar os valores dos produtos. Ir a vários supermercados e ficar atento às promoções, principalmente as que acontecem no meio da semana. Além disso, o consumidor pode substituir alimentos que estão subindo por outros mais baratos, um exemplo é trocar a carne bovina pela carne branca (principalmente frango). Em casa, pequenas ações também podem refletir em grande economia:

. Substituir ar-condicionado, que consome muita energia, pelo ventilador;
· Fazer compras para casa sempre com lista definida do que precisa;
· Evitar desperdício de alimentos;
· Reduzir o tempo nos banhos;
· Cuidado no deixar geladeira aberta e comprar este produto com selo do Procel;
· Passar roupa apenas em grandes quantidades, o custo para passar só uma peça é muito alta;
· Reduzir o tempo que passamos em frente ao computador e televisão, principalmente nos finais de semana;

Dê preferência ao uso do telefone fixo em vez do celular, ou ainda utilizar telefonia via Internet

Essas são apenas algumas dicas de economia. Existem várias outras, bastando que as famílias tenham censo crítico na hora do consumo, mas sem loucuras que prejudique a qualidade de vida. É fundamental saber a importância da mudança de comportamento traçando metas gradativas de redução de gastos supérfluos, excessos e desperdícios.
Reinaldo Domingos
professor, consultor e terapeuta financeiro e presidente do DISOP, Instituto de Educação Financeira.
(www.disop.com.br )

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Volte às aulas pensando na sustentabilidade


Em uma época de tanto consumo, você pode - e deve - controlar o exagero. Confira nossas dicas
Simone Tinti

A volta às aulas é um bom período para você estimular o consumo consciente em sua família. É a hora da compra de material escolar, do uniforme e da lancheira novos... E o exagero pode - e deve - ser controlado.
Se esse ainda não é um costume em sua casa, por que não começar desde já? E o melhor, com a ajuda de seu filho.
Como afirma Paulo Correia, diretor do Projeto Viva Mundo, do Instituto Triângulo, a prática sustentável, tão necessária, começa desde cedo.
“A vida moderna nos faz esquecer de como é necessário reduzir o nosso consumo - o que pode ser feito com pequenas atitudes. Comece dando o exemplo em casa e, pouco a pouco, as crianças também aprendem a pensar coletivamente”, diz.

Material Escolar
- O primeiro passo é pensar no que vai na mochila de seu filho. Verifique o que sobrou do ano passado e que pode ser reutilizado. Mesmo assim seu filho insiste em comprar uma mochila ou lancheira nova?
A saída, então, é doar aquela mais antiga. “Compre para ele o novo produto, mas com a condição de doar o mais antigo para outra criança. Assim, além de ajudar outra pessoa, você ainda estimula a criança a cuidar do que já tem”, diz Correia; - O mesmo vale para os livros, que podem se trocados com irmãos mais velhos, amigos, vizinhos, primos e os próprios colegas da escola. Uma idéia é o chamado “brechó de livros”. “Aqui no colégio, os pais doam um livro antigo e ganham um vale para adquirir outro exemplar. É uma boa maneira de estimular a circulação dos livros entre os alunos e os cuidados com o material, que precisa estar em bom estado para outra criança usar”, conta Tiyomi Misawa, orientadora pedagógica do Colégio Santa Maria.
Se onde seu filho estuda esse não é um costume, faça a sugestão;
-Outro exemplo é o do Colégio Humboldt.
Para os estudantes não terem de comprar os livros de alemão, que são mais caros, o colégio compra os volumes em uma quantidade suficiente para todos os alunos da série e aluga um exemplar de cada matéria no valor de R$ 10 anuais por livro;
-Dê preferência para cadernos de papel reciclado e lápis produzidos com madeira certificada ou com materiais mais ecológicos.
Alguns exemplos são os Ecolápis da Faber-Castell e a nova linha de canetas Bic, feitos com materiais recicláveis e bioplástico.
Transporte
- Um dos principais problemas na época da volta às aulas é o congestionamento próximo às escolas. Então, se você mora perto, por que não levar seu filho a pé?
Se ele é muito pequeno e logo fica cansado, então opte por levá-lo no carrinho ou no sling;
- Mora longe? Então, organize-se com outros pais para um sistema de rodízio. Enquanto um leva, o outro busca. “A escola pode ajudar promovendo encontros entre os pais com esse propósito. Estimular a sociabilidade também é um papel dos colégios”, afirma Correia.
Lanche
- Na hora de preparar a lancheira, dê preferência aos squeezes para levar o suco e potes plásticos para armazenar o sanduíche ou a fruta.
E não esqueça de chamar seu filho para ajudar nessa tarefa. Com isso ele vai entender por que você escolheu determinado alimento ou embalagem. “Aos poucos, quase sem perceber, a criança acaba aprendendo os conceitos de consumo sustentável e como uma atitude dela influencia na vida de outras pessoas”, explica Correia; -
Não deu tempo e o suco vai ser de caixinha ou de latinha mesmo? Então, mostre para ele que esses materiais devem ser separados para reciclagem.
A própria escola pode informar a criança onde é o lugar mais adequado para descartar determinado tipo de lixo; - Mande, também, uma caneca para ele tomar água durante o dia e evitar os copos plásticos. Muitas escolas, inclusive, estimulam esse comportamento. “Até mesmo os professores podem ter sua própria caneca”, diz Tiyomi.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Saiba como economizar nas compras do material escolar

Reaproveitar material e postergar compras pode render economia de até 40%.
Veja dicas de como se planejar na hora de pagar e as novidades deste ano.
Silvia Ribeiro e Luísa Brito Do G1, em São Paulo

Lojas estocaram material escolar para as vendas deste começo de ano.
Reaproveitar o material escolar do ano anterior é o primeiro passo para quem quer gastar menos na volta às aulas.
Para quem quer economizar, vale se ater ao que é estritamente necessário e deixar para comprar alguns itens após o início das aulas, período em que os preços caem.

Nos cálculos de Said Tayar, diretor de comunicação da Rede Brasil Escolar de Papelarias, que reúne 600 papelarias no país, é possível economizar até 40% do preço da lista de material levando em conta essas dicas.
A reportagem do G1 ouviu especialistas sobre como diminuir os gastos e as melhores formas de pagamento.
“Precisa pegar a mochila do ano passado e verificar o que tem dentro. Se o dicionário estiver em boas condições, não precisa comprar outro. O mesmo vale para a régua que não trincou e para o compasso. Basta limpá-los. Não vale comprar mochila agora. O preço cai, no mínimo, 15% depois da vota às aulas”, sugere Said Tayar.
O reaproveitamento dos livros didáticos, um dos itens mais caros da lista, também alivia o orçamento, segundo Valéria Garcia, diretora de Estudos e Pesquisas da Fundação Procon. Pesquisar é indispensável na hora das compras, mas os pais não devem se precipitar ou ceder às vontades das crianças.

Reciclagem
Verifique se o material do ano passado está em boas condições para ser reaproveitado.
Pós-compras
Deixe para comprar a mochila após a volta às aulas. Os preços serão menores.
Pesquisa
Veja se compensa comprar em outro bairro. A economia pode ser anulada por gastos com transporte e alimentação.
Crianças
Não leve seu filho às compras. Crianças costumam escolher “produtos da moda”, que têm os preços mais salgados.
À vista
Opte pela compra à vista para evitar dívidas futuras. Crédito consignado e parte do 13º salário podem ser usados.
Juros
Cuidado com compras no cartão de crédito e cheque especial.
Cheque
Parcelamento com cheques pré-datados sem juros podem ser uma alternativa.

Atacado x varejo
Na maioria das vezes, vale mais a pena comprar no atacado do que no varejo. O gerente da loja da Kalunga na Avenida Paulista, Agnaldo Costa, indica aos pais que só tem um filho que combine com parentes, amigos ou vizinhos para juntar mais listas de materiais escolares para poder comprar os produtos no atacado.
Para se ter uma idéia da diferença, uma caixa com 12 lápis de cor custa no varejo cerca de R$ 5. Já uma embalagem com seis caixas semelhantes, pode ser comprada por R$ 10,40.

Ao comparar os produtos, os pais devem levar em conta não apenas o preço, mas também a qualidade. Produtos sem certificação, como cola, massa de modelar, tinta e giz de cera, podem até provocar intoxicação.
“Além da certificação, é importante checar na composição do produto se há substâncias tóxicas”, diz Valéria Garcia, do Procon. Ao escolher a mochila, é importante checar sua resistência, e se ela é adequada à altura da criança.
À vista
O ideal é unir melhor preço e qualidade à condição de pagamento que se adapta ao bolso do consumidor.
Economistas ouvidos pelo G1 sugerem que os pagamentos sejam feitos à vista para evitar o acúmulo de parcelas nos próximos meses. Quem não conseguiu guardar uma parte do 13º salário pode lançar mão do crédito consignado.
Mas atenção: se tomar o empréstimo não caia na tentação de parcelar, pague o material à vista.
“O crédito consignado é interessante porque oferece as menores taxas de juros do mercado”, diz Kelly Carvalho, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio). A economista sugere ainda linhas de crédito oferecidas por bancos para material escolar, IPTU e outros tributos.
Outra alternativa é o cheque pré-datado, desde que sem o acréscimo de juros.
Se usar o cartão de crédito, o consumidor deve pagar a fatura dentro do prazo do vencimento para evitar juros altos.
Fuja também dos juros do cheque especial. “Agora com o aumento do IOF, os juros podem ficar mais caros. Procure comprar à vista. Mas o consumidor tem de ver o que é melhor para ele. Às vezes sai mais caro, mas o prazo mais favorável ao orçamento dele”, diz Emilio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL256821-5605,00.html